Tratamento de Déficit de Atenção (TDA) com Neurofeedback.

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Diagnóstico do Défict de Atenção

Atualmente, o transtorno de Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade (TDAH/TDA) pode ser caracterizado como uma verdadeira epidemia em escala mundial, só ficando atrás dos casos diagnosticados de depressão.

Mas, será que toda pessoa com problemas de comportamento, hiperatividade, ou dificuldades de atenção/concentração e aprendizagem é mesmo um indivíduo com TDA, uma condição geneticamente determinada?

A resposta é: NÃO.

Só para que se tenha uma ideia, o TDAH possui uma incidência relativamente rara em sua forma isolada – respondendo por, aproximadamente, apenas 20% dos casos diagnosticados. Tanto em crianças quanto em adultos, mais de 50% dos casos de TDAH vêm acompanhados de, pelo menos, duas outras desordens, além do próprio TDA, como ansiedade, por exemplo. E isto sem falar de outras condições não incluídas nesta estatística, como os casos de dificuldades de aprendizagem (LD’s – do inglês learning disabilities) ou mesmo os de Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação (TDC) – Koziol, L F et al., 2013. “ADHD as a Model of Brain-Behavior Relationships”. SpringerBriefs in Neuroscience – The Vertically Organized Brain in Theory and Practice, Springer

Na grande maioria das vezes, o diagnóstico de TDAH é realizado simplesmente através da observação clínica do paciente (análise de comportamento, relatos de familiares, professores, colegas de trabalho) e aplicação de testes psicológicos, o que implica em alta probabilidade de erros em seu diagnóstico, já que, como acabamos de ver, outras condições, que também apresentam deficiências atencionais e de aprendizagem (e que para as quais os estimulantes não são a melhor terapêutica), como dislexia e TOC, por exemplo, podem acabar sendo diagnosticadas erroneamente como TDAH.

Por outro lado, poucos sabem da existência de exames altamente sofisticados e precisos para obtenção de um diagnóstico concreto e objetivo para casos de Déficit de Atenção (TDA).

 

DIAGNÓSTICO COM NEUROFEEDBACK

Atualmente, através da coleta da atividade eletroencefalográfica (EEG) do paciente e de exames de tomografia funcional (que já são realizados de forma pioneira pela Brain Tech), é possível determinar diante de que comprometimento se está, confirmando ou não diagnósticos anteriormente recebidos.

Assim, através destes exames, é possível:

  • detectar objetivamente marcadores característicos do TDAH, que devem necessariamente estar presentes para que esta condição seja caracterizada;
  • evitar que outras condições, como dislexia, ansiedade, TOC ou mesmo depressão, acabem sendo diagnosticadas erroneamente como TDAH.

 

Vantagens de um diagnóstico rápido

O mais importante é entender que um diagnóstico equivocado, se não for evitado, normalmente leva a perda de tempo (às vezes anos) de insistência em um tratamento equivocado, despesas financeiras desnecessárias – sempre arcadas pelo paciente – sem falar do sofrimento emocional – e muitas vezes físico, pelo convívio cotidiano com efeitos colaterais de medicamentos – aí envolvidos.

Alcançar uma certeza diagnóstica permite decidir qual o tratamento mais indicado, o que maximiza as chances de sucesso minimizando a ocorrência de custos desnecessários.

 

Tratamento com Neurofeedback

O Neurofeedback, opção terapêutica não invasiva e não medicamentosa, é uma técnica de treinamento por recondicionamento da atividade neurológica através de sinalização sonora e visual.

Assim, durante uma sessão de Neurofeedback, os neurônios das áreas e estruturas cerebrais que apresentem deficiências em seu funcionamento, recebem sinalização em tempo real sobre a adequação ou não de sua atividade.

Isto permite a modificação progressiva da atividade destes neurônios desregulados rumo a padrões de normalidade, que são então definitivamente adotados pelo cérebro, em seu funcionamento.

Ou seja, o cérebro aprende e, uma vez que o faça, o problema está resolvido, sem recaídas.

Portanto, diferentemente dos remédios, que apenas suprimem, mas não corrigem uma condição, o Neurofeedback com certeza representa uma solução definitiva, sem o uso de medicação.

 

POR QUE EVITAR MEDICAMENTOS NOS TRATAMENTOS PARA TDAH?

Hoje, sabe-se que os medicamentos, longe de corrigir definitivamente o comprometimento neurológico, suprimem-no sem dar ao cérebro a possibilidade de aprender outra forma de funcionar. Com isso, obrigam a quem se trata medicamentosamente a seguir tomando a medicação pelo resto de sua vida se quiser manter-se distante de suas dificuldades. E isto ao custo de efeitos colaterais nada agradáveis ou salutares.

 

Medicamentos x efeitos colaterais

Na literatura, inúmeros efeitos colaterais são relatados em pacientes usuários de medicamentos para Déficit de Atenção. Entre os vários efeitos, podemos citar:

  • falta de apetite;
  • dor de cabeça;
  • problemas para dormir;
  • perda ou aumento de peso;
  • náusea; irritabilidade;
  • transpiração excessiva; falta de ar; boca seca; ansiedade;
  • alterações do impulso sexual (libido);
  • transtornos de humor; fadiga.

Talvez, você não tenha pensado que o Déficit de Atenção pudesse ser tratado sem remédios e sem efeitos colaterais, ainda.

A Brain Tech, em sintonia com os mais recentes avanços científicos na área do treinamento neurológico no mundo, é pioneira na adoção da metodologia de Neurofeedback por Z-scores do Brasil.

 A busca pela felicidade e bem-estar não precisa ser longa ou difícil. Abraham Lincoln disse certa vez: “As pessoas em geral são tão felizes quanto decidem ser.” 

 

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Leonardo Mascaro MNeuroSci

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